Quanto você perde em
cliente que não fecha?
Proposta que ninguém retomou. Cliente que pediu pra pensar e sumiu. Venda que parou no meio. Quase ninguém soma isso.
Que tipo de negócio você tem?
O caminho muda conforme o seu negócio. Leva um toque.
parado todo mês em gente que te chamou, conversou e não fechou. Ninguém retomou depois.
Gente que um dia falou com você e ficou para trás. Não entra no número de cima porque não passou pelo seu mês: é estoque acumulado, e volta num ritmo bem mais lento que o contato quente.
Agora, como trazer esse dinheiro de volta.
O guia tem o passo a passo pra retomar quem sumiu da conversa sem parecer cobrança. São 8 páginas, direto ao ponto.
Como essa conta é feita
Só contamos o que já aconteceu. De cada 10 que te chamam, você disse quantas fecham. As outras não fecharam. Dessas, você disse quantas somem sem ninguém retomar.
E contamos devagar de propósito. De quem some, assumimos que 2 em cada 10 voltariam com um follow-up ativo, não todas. É taxa conservadora: o número serve para você conferir na mão, não para impressionar. A base antiga não entra nessa conta — ela aparece só como quantidade, porque recupera em ritmo próprio.
O valor é o seu. Cada venda recuperada vale o ticket médio que você informou, nem mais nem menos. E arredondamos para baixo.
Seu número já está calculado.
Só precisamos saber de quem ele é. O Instagram é para olharmos a sua operação antes de conversar, e não chegarmos perguntando o óbvio.
Usamos seu contato só para enviar o cálculo detalhado. Sem lista, sem disparo em massa, e você sai quando quiser.
Cruzando suas respostas
todo mês, em gente que procurou a sua clínica e não virou paciente. Chegaram no WhatsApp, no direct, no telefone, e se perderam em algum ponto do caminho. A conta é feita com os seus próprios números.
De 0 pessoas, 0 viram paciente. As outras 0 se perdem, e é delas que vem o número lá em cima.
Mandou mensagem, ligou, perguntou preço, e a conversa morreu antes de virar agenda. Aqui é onde mais gente se perde. Cada uma vale menos do que quem já sentou na cadeira, porque ainda teria que comparecer e fechar, e por isso contamos usando a sua própria taxa.
Cadeira reservada, horário bloqueado, e ninguém apareceu. É custo fixo rodando sem receita. Boa parte voltaria se alguém chamasse, mas não existe rotina para isso.
Veio até a clínica, foi avaliado, ouviu o valor e foi embora. São menos pessoas que no topo, mas cada uma vale o tratamento inteiro, porque já teve a chance completa.
São 3 em cada 100 contatos que você já tem guardados. Essa é a única linha sem valor em reais, porque ela não passou pelo seu funil este mês: depende de quanto dessa base é paciente antigo e quanto é gente que nunca passou pela cadeira.
Não é uma nova conta: é o mesmo número do topo acontecendo doze vezes, porque o processo que deixa essa gente escapar é o mesmo todo mês. No mesmo período, você fatura cerca de R$ 0 com quem já procura a clínica.
É a multiplicação das três taxas que você respondeu. A referência considera 6 em 10 marcando, quase 9 em 10 comparecendo e 6 em 10 fechando.
Uma clínica com base parecida com a sua recuperou R$ 94 mil em 3 meses trabalhando os contatos que já tinha, aos poucos, sem gastar um real a mais em anúncio.
Qual sistema de gestão a clínica usa?
Para prepararmos o cálculo com os seus números reais.
Anotado.
Quer ver de onde sai esse número?
Uma conversa pra entender a sua clínica antes de qualquer proposta. A gente abre a operação por dentro e mostra o cálculo real, não o estimado.
Como essa conta é feita
Só contamos o que já aconteceu. Nenhum número aqui é projeção de melhoria, e nada é multiplicado por doze. Toda conta usa apenas as suas respostas.
A mesma régua nas três etapas. Cada pessoa que se perde vale o que valeria se tivesse seguido o funil na taxa que a sua clínica pratica hoje, não numa taxa ideal.
Quem falou e não marcou ainda teria que comparecer e fechar, então vale o ticket multiplicado pelas suas duas taxas seguintes. Quem marcou e não apareceu ainda teria que fechar, então vale o ticket vezes a sua taxa de fechamento. Quem sentou e não fechou já teve a chance inteira, então vale o ticket cheio.
É por isso que o topo do funil perde muito mais gente e mesmo assim os valores ficam parecidos: cada pessoa lá vale menos, porque ainda tinha caminho pela frente.
Sobre o ticket, e vale ler. A conta usa o valor que você informou como o do seu tratamento principal, o que mais pesa no faturamento. Na prática nem todo paciente fecha esse tratamento: muitos fazem procedimentos menores. Então leia os valores como ordem de grandeza, e não como o número exato ao centavo. O que não muda é a proporção entre as três etapas, que é onde está o diagnóstico.
A base parada é a única linha sem valor em reais, porque não passou pelo seu funil este mês e porque não dá para saber qual procedimento cada uma dessas pessoas faria.
Aproveitamento: é a multiplicação das suas três taxas. Se 4 em 10 marcam, 6 em 10 comparecem e 4 em 10 fecham, então 10 de cada 100 pessoas que procuram viram paciente. A referência de mercado, pela mesma conta, dá 32 em 100.
Não aplicamos taxa de recuperação em lugar nenhum. O número não diz quanto você vai recuperar, diz quanto passou pela sua porta e não virou contrato.
Tudo começa com atenção. A nossa é em você.